quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Espelhos do sonho

Essa poesia harmoniza com esse disco: http://www.youtube.com/watch?v=gj1ydd5ovuI
Na noite vejo duas saídas: 
uma que se esconde, 
outra que abriga.

A lua cautelosa,
quieta vigia.

No corpo não 
tem para onde 
fugir...



A cadeira de balanço e o torniquete de vento



A volta é breve.
Nas alvas plumas distingo
um ponto,
que se ofusca diante da 
claridade.

A trajetória é oscilante.
Com os dias,
se torna cansativa e 
hesitante,
ao olhar dominado
pelo arredio tempo 
cansado.

Tempo? 
Em seu prado vagaroso 
ou abstinência frenética.
Atrás, números;
Revés, frente.

Soldados;
Planos sólidos.
Fardos ácidos.