sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Arrebatei um chafariz ou diamante cremoso ou charuto grisalho
Debaixo do breu da manhã oficio nuvens distraídas.
E no raso das estrelas fugidias mergulho em claro.
Os inutensílios me são mais comuns que o dia.
E noites onde me escondo é quando restou nu.
A invenção e a mentira esbarram na saia uma da outra
fazendo moça de asas.
Quitei minha casa de letras com prestações de 18 luas sem giros.
Ainda falta incomodo para sentar só.
Mesmo assim meu silêncio tem me visitado todo dia.
Ele diz que no chão não da eco.
E a umidade faz cócegas
e sussurra indecências em seus ouvidos.
Antes que a barriga do sol ganhe graça
Fertilizo o sonho com a palavra germinal.
O lápis sente o tempero
e corre para a boca do papel.
Por uma brisa não esqueço de fechar o registro dos sopros.
"É preciso transver o mundo".
À MaNoEl dE BaRrOs
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