segunda-feira, 23 de maio de 2011

lavrador

http://www.youtube.com/watch?v=D9G_OLIsNIU&NR=1&feature=fvwp


Deixar que a poeira
desça aos pés
sem que sufoque a
construção do
hoje.

E os fatos,
incômodos imóveis
sem destituir meu
tangir.

Meus vícios de taberna
afugentam o calçado
incompreensível.
Em hiato o
deitar-se fica
corrompível.

Onde lavro minha
hemácia,
há esperança que
cresça
grama gris,
sem necessidade de
passagem das estações,
ja nascida impermeável,
sem desassossego.
Desamparo
de colheita imediata,
força o exercício da pressão.

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