O incompreensível cintila pelas frestas,
arrepio na altura da vértebra distraída.
A cortina do absoluto desviada em arestas
e a loucura incendeia o solo da saída.
Se apenas um passo me resta,
escolho o caminho lúdico da vida.
Brindo com sangue a festa
de minha sutil despedida.
O sonho se alimenta da fenda mestra,
e o golpe do orvalho na ferida,
nutre a mão destra
dos garranchos dessa vida...
11.06.2005 - 23:55
Um comentário:
Dã...
Adorei... Principalmente o nome O Trafego da Lua... E no final o Capitão Gancho ou é o Gancho do "Panico"... (brincadeirinha)... rsrsrs...
A cada dia que passa me encanta mais ver suas poesias... Em pensar que você escreveu isso a tanto tempo e eu nunca li...
Beijokinhas!!!
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