bumerangue de uivos
O cerrado mistério dos
olhos
apreensivos.
O vai e vem dos
aplausos,
conferências,
doenças que
dizimam.
Sempre as mãos
erguidas ao céu,
descobertas alquímicas
e os mesmos santos.
Fêmeas
transeuntes do ato,
gérberas
e poluções.
Os vícios a marcar
de dentro,
os jogos
e muros contingentes.
Contextos e famílias
a sobrepor,
credenciais de plástico
e danças folclóricas...
Tudo vários,
tudo Um,
tudo Nós...
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