domingo, 19 de abril de 2015

bumerangue de uivos



O cerrado mistério dos
olhos
apreensivos.

O vai e vem dos
aplausos,
conferências,
doenças que
dizimam.

Sempre as mãos
erguidas ao céu,
descobertas alquímicas
e os mesmos santos.

Fêmeas
transeuntes do ato,
gérberas
e poluções.

Os vícios a marcar
de dentro,
os jogos
e muros contingentes.

Contextos e famílias
a sobrepor,
credenciais de plástico
e danças folclóricas...

Tudo vários,
tudo Um,
tudo Nós...


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